
Hiperalerta Emocional: o que é e como Reconhecer
A mente em estado de alerta permanente interpreta situações comuns como ameaças e impede o descanso real. Esse padrão tem causas identificáveis — e também caminhos de regulação.
A terapia voltada à sexualidade trata das questões relacionadas a desejo, prazer, orientação, identidade e à forma como a vida sexual se organiza em cada fase.
A psicóloga avalia o que há de emocional, relacional e de aprendizado em cada queixa, e indica avaliação médica quando o quadro exige investigação clínica.
Nas sessões, o assunto é tratado com vocabulário claro, sem exercícios durante o atendimento e sem exigência de detalhamento além do que você quiser relatar.
Escolha uma psicóloga nesta página e agende a primeira sessão, presencial na Chácara Santo Antônio ou por vídeo.
A sexualidade é atravessada por diversos fatores: educação recebida, valores e religião, imagem corporal, autoestima, qualidade da relação, estresse, uso de medicamentos, condições de saúde e fase de vida. Por isso as queixas sexuais raramente têm causa única, e a avaliação inicial procura entender quais desses elementos estão em jogo em cada caso.
Existe ainda um fator específico deste campo: o silêncio. É comum que anos se passem entre o início da queixa e a primeira conversa profissional sobre ela, o que costuma agravar o quadro — o que era pontual se organiza em evitação, distanciamento na relação e sofrimento pessoal.
O tratamento psicológico é conduzido em psicoterapia, individual ou com o casal quando a queixa é relacional. Quando há dor, alterações hormonais, condições clínicas ou uso de medicamentos envolvidos, a avaliação médica corre em paralelo — inclusive com medicamentos prescritos por um psiquiatra quando há quadro psiquiátrico associado. A psicóloga orienta esses encaminhamentos quando identifica indicação.
Uma régua bastante difundida diz que o desejo deve surgir sozinho, antes de qualquer estímulo, e que a ausência dele indica falta de atração ou fim da relação. Essa descrição corresponde a apenas uma parte da experiência adulta.
Em muitas pessoas, sobretudo em relações longas, o desejo é responsivo: aparece depois do início do contato, do clima adequado e da disponibilidade de tempo e privacidade — e não antes. Quando isso não é sabido, o casal conclui que algo se perdeu e passa a evitar as situações que poderiam produzir o desejo, o que reduz ainda mais a frequência e confirma a leitura inicial. Em terapia, esse ponto é examinado junto com fatores concretos que costumam pesar mais do que se imagina: cansaço, ressentimento acumulado, ausência de privacidade, rotina com filhos pequenos e efeitos de medicações em uso.
Procure acompanhamento quando:
Não é necessário ter a questão organizada de antemão. Com frequência a queixa principal só é dita depois de alguns encontros, e isso não atrasa o processo: a construção de confiança integra o tratamento. No início, a psicóloga levanta o contexto — fase de vida, relação atual, condições de saúde e história pessoal — antes de qualquer conversa mais específica.
O atendimento pode ser individual ou com o casal, conforme a queixa. Não há exercícios realizados durante a sessão nem exigência de descrição detalhada; o vocabulário é o que for confortável para você, e o ritmo é definido no processo.
A frequência habitual é semanal, com sessões de 50 minutos a 1 hora. O sigilo é o previsto no Código de Ética do CFP. O atendimento acontece na Chácara Santo Antônio ou por vídeo — formato que hoje responde pela maior parte dos nossos atendimentos e que muitos pacientes preferem para este tema.
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A conversa é conduzida por perguntas objetivas, no vocabulário que for confortável para você, e não exige detalhamento além do que você quiser relatar.
Vergonha inicial é esperada e não impede o trabalho: é frequente que o tema principal só apareça depois de algumas sessões, e isso é considerado parte normal do processo.
Pode ser dos dois. Alterações hormonais, condições clínicas e efeitos de medicamentos precisam ser avaliados por médico, e a psicóloga orienta esse encaminhamento quando há indicação.
Em paralelo, entram os fatores psicológicos e relacionais — estresse, ressentimento, rotina, ansiedade de desempenho, expectativas sobre como o desejo deveria funcionar.
Pode. Esse é um espaço para elaborar a questão com sigilo, no seu tempo, sem qualquer direcionamento sobre o resultado.
Não realizamos nenhuma prática que pretenda alterar orientação sexual ou identidade de gênero: além de ineficaz, isso é vedado pelo Conselho Federal de Psicologia. O trabalho é de escuta, elaboração e apoio às decisões que forem suas.
Sim. Quando a queixa é relacional — diferença de ritmo, comunicação, distanciamento —, o atendimento com o casal costuma ser indicado, às vezes combinado com sessões individuais.
Esse formato é definido na avaliação inicial, e é comum que o processo comece com um dos dois e incorpore o outro depois.
É. O conteúdo das sessões é protegido pelo sigilo profissional previsto no Código de Ética do CFP, e as exceções são apenas as previstas em lei, informadas a você.
Nada é compartilhado com familiares ou com a parceria, inclusive quando há atendimento do casal — nesse caso, as regras sobre o que é tratado em conjunto são combinadas no início.
O agendamento é feito aqui pelo site: você escolhe o perfil, o dia, o horário e o formato, sem precisar informar o assunto da consulta.
As sessões acontecem de segunda a sexta, das 7h às 22h. Se preferir esclarecer algo antes, fale com a nossa secretaria, de segunda a sexta das 7h às 21h — sem necessidade de expor o motivo.
Não é preciso chegar com a questão formulada nem com vocabulário técnico.
O atendimento é feito por psicólogas com CRP ativo, de segunda a sexta, das 7h às 22h.
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