
Depressão Exógena: Causas, Sintomas e Tratamento
A depressão exógena se desenvolve a partir de eventos externos — perdas, traumas, mudanças bruscas. Nem toda reação intensa a uma adversidade é passageira.
A terapia com foco em carreira é psicoterapia aplicada à vida profissional: decisões paradas, insatisfação difusa, transições e o peso que o trabalho tem na identidade de uma pessoa adulta.
Não é orientação vocacional nem consultoria de mercado. A psicóloga não indica profissão nem decide por você: ajuda a explicitar os critérios que estão em disputa e a sustentar a decisão.
Nas sessões, as conversas que a decisão exige — com a chefia, em casa, consigo mesmo — são preparadas e frequentemente ensaiadas.
Atendemos na Chácara Santo Antônio, na Torre Tarumã, e por vídeo, com horários no início da manhã e no fim da noite.
O trabalho ocupa a maior parte das horas acordadas de um adulto e costuma responder por parte relevante da sua identidade, da sua rede social e da sua sensação de competência. Por isso, questões profissionais raramente ficam contidas no expediente: elas aparecem no sono, no humor e nas relações.
A terapia com foco em carreira trata dessas questões com os recursos da psicoterapia. Em vez de responder qual é a escolha certa, ela examina o que está sendo pesado na decisão, o que trava a execução e o que se repete nas escolhas anteriores.
Nem toda queixa profissional é uma questão de escolha. Quando aparecem exaustão que o descanso não repõe, distanciamento afetivo do trabalho e queda de rendimento, o quadro pode ser esgotamento profissional; quando há tristeza persistente e perda de interesse generalizada, pode ser depressão. Nesses casos, o tratamento vem antes da decisão de carreira — e, havendo indicação, é orientada a avaliação médica.
Vale reparar onde as decisões de carreira efetivamente empacam. Quem quer sair não sai porque não consegue abrir a conversa com o gestor. Quem quer mudar de área não muda porque teria de dizer em casa que a renda diminui por um período. Quem sabe que merece aumento não pede porque não sabe conduzir a conversa. Quem quer recusar uma promoção não recusa porque não sabe explicar isso sem soar sem ambição.
Ou seja: a decisão costuma estar tomada por dentro há meses, e o que falta é a habilidade e a disposição para os diálogos que a tornam real. Ficar também é uma decisão, e precisa ser tomada — não apenas sofrida por inércia até o próximo domingo à noite.
Procure acompanhamento quando:
Depois da avaliação inicial, o percurso costuma ter três etapas.
A primeira transforma o incômodo difuso em um dilema com nome: o que exatamente está insuportável, o que ainda funciona e o que você quer preservar. Essa clareza muda a pergunta e, muitas vezes, a resposta.
A segunda é de teste na realidade, antes de qualquer salto: conversas com quem já faz o que você pensa em fazer, projetos paralelos, aproximações de baixo risco e cálculos concretos de tempo e dinheiro. É a etapa que evita tanto a paralisia quanto a decisão romântica.
A terceira é de execução e sustentação: a conversa a ser feita, o prazo, a sequência de passos e o acompanhamento nas semanas seguintes. Toda mudança profissional tem um período de arrependimento transitório, e atravessá-lo com apoio evita que uma boa decisão seja desfeita numa semana ruim.
As sessões duram de 50 minutos a 1 hora, em geral uma por semana, na Chácara Santo Antônio, na região do Parque da Cidade, ou por vídeo.
Quem procura terapia por questões de carreira costuma se interessar também por:
Dá, e é o ponto de partida mais comum. As primeiras sessões se dedicam a separar o que é da função, o que é da empresa, o que é da área e o que é do momento da sua vida.
São quatro diagnósticos diferentes, com soluções diferentes — e mudar de emprego sem essa distinção é a forma mais frequente de repetir o mesmo problema em outro endereço.
Não. A psicóloga não indica profissão, não avalia mercado e não decide por você.
O que ela faz é ajudar a explicitar os critérios que estão brigando em silêncio — dinheiro contra tempo, estabilidade contra crescimento, status contra sentido —, dar peso a cada um segundo o que importa para você e sustentar o processo de decisão.
Não é, e a pergunta costuma esconder outra: quanto risco você consegue sustentar hoje, com as responsabilidades que tem.
Em sessão, a mudança deixa de ser um salto binário e vira um plano com etapas, prazos e testes intermediários. Há ainda uma parte pouco discutida: o luto pela trajetória que se deixa para trás, que merece espaço próprio.
Arrependimento transitório é frequente, e saber disso antes muda a experiência. Toda mudança relevante tem um período em que o novo ainda não compensa e o antigo já foi perdido.
O acompanhamento nas semanas seguintes à decisão serve para distinguir esse vale previsível de um sinal real de que o caminho não serve.
As sessões acontecem de segunda a sexta, das 7h às 22h: a primeira começa às 7h e a última, às 21h, com duração de 50 minutos a 1 hora.
Na prática, isso permite fazer terapia antes do expediente ou no fim do dia. O formato por vídeo resolve o deslocamento e viabiliza a sessão em uma janela livre da agenda, inclusive para quem viaja a trabalho.
A sessão custa R$ 275, com duração de 50 minutos a 1 hora, presencial ou por vídeo.
O atendimento é particular, sem convênio; parte dos pacientes solicita reembolso ao próprio plano de saúde quando existe previsão de cobertura. O agendamento é feito pelo site: você escolhe o perfil da psicóloga e um horário realmente livre na agenda dela.
Se existe uma conversa profissional adiada há meses, ela costuma ser o melhor assunto para a primeira sessão.
Nossas psicólogas têm CRP ativo e atendem de segunda a sexta, das 7h às 22h, na Chácara Santo Antônio ou por vídeo.
Escolha o perfil nesta página e agende direto na agenda dela.