
Depressão Exógena: Causas, Sintomas e Tratamento
A depressão exógena se desenvolve a partir de eventos externos — perdas, traumas, mudanças bruscas. Nem toda reação intensa a uma adversidade é passageira.
ABA é a sigla de Applied Behavior Analysis, a análise do comportamento aplicada: o uso sistemático dos princípios do comportamento para alcançar objetivos definidos, com medição do progresso.
A informação mais importante vem primeiro: este consultório não atende crianças. O trabalho com base em ABA aqui é para adolescentes a partir de 14 anos e adultos.
O que caracteriza o desenho é a precisão: comportamentos-alvo descritos de forma observável, etapas planejadas e ajuste conforme o que os dados mostram.
Nesta página estão os perfis das psicólogas que trabalham com esse repertório, na Chácara Santo Antônio ou por vídeo.
A palavra que define a abordagem é aplicada. Parte-se de um comportamento descrito em termos observáveis, entende-se o que o dispara e o que o mantém no contexto real, planeja-se a intervenção em etapas e acompanha-se o resultado com algum tipo de registro. Se o dado não confirma o plano, o plano muda — não a pessoa.
No trabalho com adolescentes e adultos, isso se traduz em frentes concretas: construção de repertório social e de comunicação, autonomia e organização de rotina, manejo de situações que geram sobrecarga e desenvolvimento de habilidades que ainda não foram aprendidas. Inclui pessoas no espectro autista que procuram apoio prático, sem que o objetivo seja disfarçar quem são.
Quem está em terapia. A crítica histórica à ABA — moldar comportamento de fora para dentro — se responde, no trabalho com adolescentes e adultos, pela própria estrutura: nada entra na lista sem acordo, cada etapa é explicada e o plano pode ser redirecionado a qualquer momento. Com adolescentes, a participação dos responsáveis é combinada, e a voz do jovem cresce conforme a idade.
Há um critério que a abordagem leva a sério e que costuma diferenciar um trabalho bem desenhado de um treino sem efeito: a generalização. Um comportamento que só aparece na sessão, com a psicóloga, no mesmo horário e no mesmo formato, não resolve a vida de ninguém.
Por isso o plano considera desde o início onde aquilo precisa acontecer:
O segundo critério é a manutenção: o que foi construído precisa continuar acontecendo depois que o trabalho terminar. Isso muda a forma de intervir. Em vez de sustentar o comportamento pelo acompanhamento, procura-se ligá-lo a consequências que já existem na vida da pessoa — o que ele resolve, o que ele evita, o que ele torna possível.
É também o que protege contra um risco conhecido: transformar terapia em desempenho. Se o objetivo virasse agradar quem acompanha, o resultado duraria exatamente o tempo do acompanhamento.
O começo é uma avaliação. A psicóloga levanta o contexto, o repertório atual e o que de fato incomoda — no dia a dia, não em abstrato. Desse levantamento saem as metas, escritas de forma observável, para que seja possível saber se estão avançando.
Antes de intervir, costuma-se observar: durante um período curto, registra-se como o comportamento acontece hoje. Esse retrato inicial é o que dá referência ao que vier depois, e evita que a impressão do momento decida o rumo do trabalho.
Depois, o trabalho segue em ciclos curtos: uma etapa combinada, prática entre as sessões, revisão do que aconteceu e ajuste. Quando uma etapa não funciona, a leitura é sobre o desenho dela, e não sobre esforço insuficiente.
As sessões duram de 50 minutos a 1 hora, na Chácara Santo Antônio ou por vídeo. O atendimento é a partir dos 14 anos; crianças não são atendidas neste consultório.
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Não atendemos crianças. O atendimento aqui começa aos 14 anos e inclui adultos.
Para intervenção infantil, a indicação é procurar serviços que trabalhem especificamente com essa faixa etária, com equipe organizada para isso.
A sigla ficou associada à intervenção infantil, mas os princípios se aplicam a qualquer idade. Com adultos, o desenho muda: as metas são definidas pela própria pessoa e o trabalho se organiza em torno do que ela quer conseguir.
É um formato que costuma servir bem a quem gosta de saber onde está, o que vem depois e se está avançando.
Não. As metas são suas, e mascarar o próprio funcionamento não é objetivo de trabalho aqui.
O que costuma entrar são recursos práticos escolhidos por você: comunicar necessidades, negociar condições, reconhecer sobrecarga antes do limite e ampliar autonomia onde faz diferença.
Não. O desenho parte do objetivo e do contexto, não do rótulo. Muita gente chega sem diagnóstico e com uma demanda bem definida.
Quando a avaliação inicial indica que uma investigação clínica ajudaria, isso é dito e encaminhado, sem interromper o trabalho.
Pelo registro combinado no início. Como as metas são descritas de forma observável, dá para comparar o que acontecia antes com o que acontece agora, em vez de depender da sensação da semana.
Se os dados não mostram avanço, o plano é revisto — essa revisão faz parte do método.
Nesta página estão os perfis, com CRP, formação e temas de atuação. Você escolhe uma psicóloga, vê os horários livres na agenda dela e agenda direto pelo site.
Se quiser confirmar antes se esse recurso se aplica ao seu caso, fale com a nossa secretaria, de segunda a sexta das 7h às 21h.
Se você prefere saber exatamente o que está sendo trabalhado e como medir avanço, este desenho costuma servir bem.
As psicólogas desta página têm CRP ativo e atendem de segunda a sexta, das 7h às 22h, na Chácara Santo Antônio ou por vídeo.
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