Psicóloga
CRP 06/124019
São Paulo
R$ 275
(R$ 150 a 1ª consulta)
Duração da sessão:
50 a 60 min
Adolescência
Ansiedade
Autoconhecimento
Autoestima
Carreira
Casais
Compulsão Alimentar
Compulsões
Conflitos Amorosos
Conflitos Familiares
Conflitos profissionais
Depressão
Desenvolvimento Pessoal
Disfunções Sexuais
Distúrbios Alimentares
Estresse
Fobias
Medos
Morte e Luto
Orientação de Pais
Relacionamentos
Relacionamentos tóxicos
Saúde Mental
Separação
Síndrome de Burnout
Síndrome do Pânico
TDA e TDAH
Terapia de Casal
TOC – Transtorno Obsessivo
Traição
Transição de Carreiras
Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG)
Transtorno de Compulsão Alimentar
Transtorno de Estresse Pós Traumático (TEPT)
Transtorno de Pânico ou Síndrome do Pânico
Transtornos de Humor
Vício em jogos de azar - Ludopatia
Formação e Cursos
A psicóloga Veluma é formada há mais de 10 anos e é especialista em Terapia Cognitivo Comportamental. Possui experiência em escuta e acolhimento em Terapia Individual e Terapia de Casal. Atende demandas como ansiedade generalizada, conflitos profissionais, amorosos e familiares, disfunção sexual...
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Sobre o transtorno de compulsão alimentar

O que define o quadro não é comer demais em uma ocasião específica. É a repetição de episódios com três marcas juntas: quantidade grande em período delimitado, sensação de não conseguir parar e sofrimento significativo depois. O diagnóstico considera ainda a frequência e o tempo em que isso se mantém, e é feito por profissional habilitado, em avaliação individual.

Uma distinção prática ajuda: no transtorno de compulsão alimentar não há, de regra, comportamentos compensatórios como vômito, uso de laxantes ou exercício de reparação — o que o diferencia da bulimia nervosa. É também o transtorno alimentar mais frequente, e um dos que mais demoram a chegar ao consultório, porque costuma ser lido como falta de disciplina.

Quais são os sinais que caracterizam os episódios?

  • Comer muito mais rápido do que o habitual
  • Continuar comendo depois de estar desconfortavelmente cheio
  • Comer grandes quantidades sem fome física
  • Comer sozinho por constrangimento com a quantidade
  • Sensação de desconexão durante o episódio, com pouca lembrança do que foi comido
  • Culpa, nojo de si ou tristeza intensa logo depois

O que costuma acontecer entre um episódio e outro?

  • Promessas de recomeço com regras alimentares mais rígidas
  • Restrição durante o dia, com concentração dos episódios à noite
  • Estoques escondidos e cuidado para que ninguém perceba
  • Evitação de refeições em grupo e de situações sociais com comida
  • Monitoramento constante do peso e do corpo
  • Oscilação entre controle absoluto e abandono completo

Como é feito o tratamento?

A psicoterapia é a frente principal do tratamento deste quadro. Quando há indicação, o acompanhamento médico entra para avaliar condições clínicas associadas e, eventualmente, medicação — sempre prescrita por médico. O nutricionista costuma integrar o cuidado, com plano alimentar que sustente regularidade em vez de restrição. Em nenhuma hipótese o trabalho psicológico se organiza em torno de metas de peso.

Quais são os tipos de terapia para este quadro?

  • Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC): é a abordagem mais estudada para o quadro; trabalha regularidade das refeições, regras alimentares rígidas e as situações que antecedem os episódios.
  • Terapia Comportamental Dialética: desenvolve recursos para tolerar emoções intensas sem recorrer ao episódio.
  • Terapia interpessoal: foca nos conflitos e nas relações que funcionam como contexto dos episódios.
  • Psicanálise: escuta o que se repete na relação com a comida e o que ela substitui na história da pessoa.

A restrição do dia seguinte prepara o próximo episódio

Depois de um episódio, a reação quase automática é apertar o controle: pular refeições, cortar grupos de alimentos, prometer que a partir de segunda será diferente. A intenção é reparar. O efeito, na maior parte das vezes, é preparar o episódio seguinte.

O mecanismo é razoavelmente conhecido e opera em duas camadas ao mesmo tempo:

  • No corpo, longos intervalos sem comer aumentam a fome e reduzem a capacidade de interromper quando se começa
  • Na cabeça, a regra rígida cria a categoria do proibido — e qualquer desvio pequeno passa a valer como fracasso do dia inteiro

É por isso que o tratamento raramente começa pedindo mais controle. Costuma começar pelo oposto: estabelecer refeições regulares, mesmo depois de um episódio, mesmo sem fome, mesmo quando parece contraintuitivo. Regularidade reduz o combustível fisiológico do ciclo e, ao mesmo tempo, desmonta a lógica do tudo ou nada.

A segunda camada do trabalho é o gatilho emocional. Depois que os intervalos entre refeições deixam de explicar os episódios, o que sobra fica visível: a discussão não resolvida, a noite sozinha, o cansaço acumulado, a cobrança do dia. Aí o material da terapia é outro, e mais preciso.

Como funciona o tratamento nas sessões

A avaliação inicial reconstrói a história do quadro: quando os episódios começaram, com que frequência acontecem, o que costuma antecedê-los, quais tratamentos já foram tentados e como está o restante da rotina. Também são levantados quadros associados, especialmente depressão e ansiedade.

Nas semanas seguintes, o trabalho costuma partir de um registro simples entre as sessões — o que aconteceu antes do episódio, onde, com quem, o que estava sentindo. Não é controle de calorias e não serve para julgar a semana: serve para tornar visível um padrão que, de dentro, parece aleatório.

Com o padrão à vista, entram as intervenções: organizar a regularidade das refeições, flexibilizar regras rígidas, criar respostas alternativas para os momentos de maior risco e trabalhar a autocrítica que se instala depois. Quando há indicação, o cuidado é articulado com médico e nutricionista.

As sessões duram de 50 minutos a 1 hora, em geral uma por semana, na Chácara Santo Antônio ou por vídeo. Recaídas são esperadas no percurso e entram como material de trabalho, não como prova de fracasso.

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Ótima mto boa
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Legal
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Gostei foi bom.
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Profissionais muito atenciosas e capacitadas.
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Ovídio Ferreira
Ótima
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A melhor definição da Dra. Franciane seria anjo, não te deixa desanimar e acende uma estrela guia para voltarmos ao rumo da vida
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Junior Pamplona
Venho tendo sessões ha dois anos e só tenho elogios a Dra. Veluma, super profissional e humana, recomendo.
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DIEGO LOPES RIBEIRO
Gostei bastante
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Gabriela Bezerra Fernandez
Excelente!
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Flávio Vergani
Muito boa
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Rose Miller
Foi uma experiência muito boa não sabia que em um nível tão alto de estresse, ansiedade e depressão.
Avaliador:
Maria Santos
Amo o Consultorio! Lugar aconchegante! Decoração linda e profissionais excelentes! Recomendo!
Avaliador:
Karen Lam
Ambiente esteticamente lindo e, ao mesmo tempo, acolhedor. Sessões presenciais e remotas com profissionalismo e qualidade. Equipe excelente!
Avaliador:
Giovanna Landriscina
Gostei
Avaliador:
Michelle Netto
Excelentes profissionais, ambiente agradável e um ótimo café
Avaliador:
Joice Gomes

Psicólogos para Transtorno de Compulsão Alimentar na Chácara Santo Antônio e terapia online por vídeo

Onde fica o consultório

Av. das Nações Unidas, 14.401 – Torre Tarumã, Cjto 2012 Bairro: Chácara Santo Antônio (condomínio do Shopping Parque da Cidade) São Paulo-SP CEP 04794-000

Sessões: Seg. a sex., das 7h às 22h

Recortes próximos deste quadro

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Perguntas frequentes sobre o transtorno de compulsão alimentar

Qual é a diferença entre esta página e a de compulsão alimentar?

Esta página trata do quadro clínico, com critérios definidos de frequência, perda de controle e sofrimento. A outra trata do comportamento em sentido mais amplo, que pode aparecer sem configurar transtorno.

Na prática, o atendimento começa igual: a avaliação inicial define de qual situação se trata e o que o tratamento precisa incluir.

Como sei se é o transtorno ou se eu apenas exagero às vezes?

Exagerar em uma ocasião não configura o quadro. O que caracteriza é a repetição de episódios com perda de controle e sofrimento, mantida ao longo do tempo, com impacto na rotina e nas relações.

Esse contorno se define em avaliação, não por autodiagnóstico. Chegar sem certeza é o cenário mais comum aqui.

Vomitar ou fazer exercício em excesso depois muda o quadro?

Muda a leitura clínica. A presença regular de comportamentos compensatórios aponta para outro quadro, como a bulimia nervosa, e o tratamento se organiza de outro modo.

Vale relatar isso na primeira sessão, sem receio: essa informação é decisiva para o encaminhamento correto, inclusive para a avaliação médica quando houver risco clínico.

Vou ter que fazer dieta durante o tratamento?

Não. O trabalho psicológico não prescreve dieta e, na maior parte dos casos, caminha na direção contrária da restrição, porque ela alimenta o ciclo.

Quando um plano alimentar é indicado, quem o define é o nutricionista, e o foco costuma ser regularidade e variedade — não corte.

Depois dos episódios eu me sinto péssimo e tenho pensamentos ruins sobre mim.

Esse desfecho é frequente e faz parte do que o tratamento trabalha. Se em algum momento surgirem pensamentos de morte ou de se machucar, procure ajuda imediata: o CVV atende pelo 188, 24 horas e gratuitamente, e o SAMU responde pelo 192.

O consultório não é serviço de urgência — o atendimento é agendado e funciona como cuidado continuado. Passado o momento agudo, a terapia é o espaço para tratar o que sustenta esse ciclo.

Como faço para começar o tratamento?

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    A sessão custa R$ 275 (a primeira, R$ 150) e dura de 50 minutos a 1 hora. Pagamento online concluído, a consulta está garantida — você recebe a confirmação na hora.

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O quadro tem tratamento com resultados bem documentados, e o primeiro passo não exige certeza diagnóstica.

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