Psicóloga
CRP 06/219159
São Paulo
R$ 275
(R$ 150 a 1ª consulta)
Duração da sessão:
50 a 60 min
Adolescência
Ansiedade
Autoaceitação
Autoconhecimento
Autoestima
Carreira
Compulsão Alimentar
Compulsões
Conflitos Amorosos
Conflitos Familiares
Conflitos profissionais
Depressão
Desenvolvimento Pessoal
Distúrbios Alimentares
Emagrecimento
Estresse
Estresse pós-traumático
Família
Fobia Social
Fobias
Habilidades sociais
Insegurança
Inteligência emocional
LGBTQI+
Medos
Morte e Luto
Orientação de Pais
Relacionamentos
Saúde Mental
Separação
Síndrome de Burnout
Síndrome do Pânico
Terapia de Casal
TOC – Transtorno Obsessivo
Traição
Transtornos Alimentares
Formação e Cursos
Psicóloga com pós-graduação em Neurociência (PUC/PR), formação complementar pela PUC Campinas e especialização em Terapia Cognitivo Comportamental (PUC RS). Atuação clínica com adultos, baseada em evidências científicas e ética profissional...
Presencial
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Sobre os transtornos alimentares

Os transtornos alimentares são condições de saúde mental com repercussão clínica direta. O que os aproxima não é o tipo de alimento nem a quantidade: é o lugar que comida, peso e forma corporal passam a ocupar na avaliação que a pessoa faz de si mesma, e o conjunto de regras e ocultamentos que se instala em torno disso.

Eles não têm aparência única. É possível apresentar um quadro grave em qualquer peso, e é possível que ninguém em volta perceba por muito tempo, porque parte dos comportamentos é socialmente elogiada ou facilmente disfarçada.

Quais quadros compõem esse grupo?

  • Anorexia nervosa: restrição persistente, medo intenso de ganhar peso e alteração na forma de perceber o próprio corpo.
  • Bulimia nervosa: episódios de compulsão seguidos de comportamentos de compensação, como vômito, laxantes ou exercício de reparação.
  • Transtorno de compulsão alimentar: episódios recorrentes com perda de controle, sem compensação regular.
  • Quadros restritivos e evitativos: restrição ligada a aversão sensorial, medo de engasgo ou desinteresse alimentar, sem preocupação central com o peso.

Quais sinais merecem atenção?

  • Regras alimentares que aumentam e listas crescentes de alimentos proibidos
  • Rituais na hora de comer e desconforto para comer na frente de outras pessoas
  • Checagem frequente do corpo, do peso ou das roupas
  • Exercício praticado como obrigação ou como forma de compensar
  • Ida ao banheiro logo após as refeições
  • Isolamento social crescente em situações que envolvem comida
  • Alterações de humor, sono e concentração acompanhando o quadro

Como funciona o tratamento?

O cuidado é multiprofissional por definição. O médico acompanha a saúde física, pede exames e avalia risco clínico; o nutricionista conduz a reorganização alimentar; o psicólogo trabalha o que sustenta o quadro — regras rígidas, autoavaliação centrada no corpo, emoções sem outro canal e as relações em volta. Quando há risco à saúde, a articulação entre as frentes é imediata.

Quais abordagens são indicadas nesses quadros?

  • Terapia Cognitivo-Comportamental para transtornos alimentares: trabalha regularidade alimentar, regras rígidas e a avaliação de si baseada no corpo.
  • Terapia baseada na família: usada sobretudo com adolescentes, envolve os responsáveis na retomada da alimentação.
  • Terapia Comportamental Dialética: desenvolve recursos para lidar com emoções intensas sem recorrer ao sintoma alimentar.
  • Psicanálise: escuta o que o sintoma alimentar expressa na história e nas relações da pessoa.

O quadro muda de forma ao longo do tempo

Uma característica pouco comentada desse grupo de transtornos é a mobilidade. É frequente que a apresentação mude ao longo dos anos: quem começou com restrição rígida pode desenvolver episódios de compulsão; quem tinha compulsões pode passar a compensar; quem parou de compensar pode manter as regras alimentares intactas.

Isso produz dois enganos comuns:

  • Achar que melhorou porque o comportamento mais visível cessou, quando o núcleo do quadro continua operando
  • Achar que voltou à estaca zero porque o sintoma mudou de forma, quando na verdade o tratamento precisa de ajuste

O que permanece estável, na maior parte dos casos, não é o comportamento: é o critério de valor pessoal ancorado no peso e na forma corporal, somado às regras que organizam o dia. Por isso o tratamento não se avalia apenas pela contagem de episódios ou pelo número da balança.

Na prática, isso significa reavaliar periodicamente o que está acontecendo, em vez de assumir que o quadro é o mesmo do início. E significa, também, que a melhora tende a ser gradual e com recuos — que entram como material de trabalho, não como veredito sobre o processo.

Como a avaliação e o acompanhamento acontecem

A primeira sessão tem duas tarefas: entender a sua relação atual com comida e corpo e verificar quais frentes precisam entrar no cuidado. Se houver indício de risco clínico — alterações importantes de peso, desmaios, vômitos frequentes, uso de medicações para emagrecer —, a orientação para avaliação médica é feita na hora.

Com o retrato inicial, define-se o foco do trabalho psicológico e o ritmo das sessões. Nas semanas seguintes, o material costuma vir de situações concretas: o que aconteceu numa refeição específica, o que a antecedeu, o que foi pensado depois. É desse detalhe que saem os padrões.

Quando há adolescentes envolvidos, os responsáveis participam de momentos combinados, com as regras de sigilo explicadas ao jovem desde o início. Atendemos a partir dos 14 anos.

As sessões duram de 50 minutos a 1 hora, na Chácara Santo Antônio ou por vídeo. O acompanhamento costuma ser longo, com reavaliações periódicas do que já mudou e do que segue em aberto.

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Gostei foi bom.
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Ivonide Costa
Excelente!
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Flávio Vergani
Ótima
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Maria Castilho
Muito boa
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Rose Miller
Foi uma experiência muito boa não sabia que em um nível tão alto de estresse, ansiedade e depressão.
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Maria Santos
Venho tendo sessões ha dois anos e só tenho elogios a Dra. Veluma, super profissional e humana, recomendo.
Avaliador:
DIEGO LOPES RIBEIRO
Profissionais muito atenciosas e capacitadas.
Avaliador:
Ovídio Ferreira
Ambiente esteticamente lindo e, ao mesmo tempo, acolhedor. Sessões presenciais e remotas com profissionalismo e qualidade. Equipe excelente!
Avaliador:
Giovanna Landriscina
Excelentes profissionais, ambiente agradável e um ótimo café
Avaliador:
Joice Gomes
Gostei
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Michelle Netto
Amo o Consultorio! Lugar aconchegante! Decoração linda e profissionais excelentes! Recomendo!
Avaliador:
Karen Lam
Legal
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Ana Carolina silva
Gostei bastante
Avaliador:
Gabriela Bezerra Fernandez
Ótima mto boa
Avaliador:
Odete Silva
A melhor definição da Dra. Franciane seria anjo, não te deixa desanimar e acende uma estrela guia para voltarmos ao rumo da vida
Avaliador:
Junior Pamplona

Psicólogos para Transtornos Alimentares na Chácara Santo Antônio e terapia online por vídeo

Onde fica o consultório

Av. das Nações Unidas, 14.401 – Torre Tarumã, Cjto 2012 Bairro: Chácara Santo Antônio (condomínio do Shopping Parque da Cidade) São Paulo-SP CEP 04794-000

Sessões: Seg. a sex., das 7h às 22h

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Perguntas frequentes sobre transtornos alimentares

Qual é a diferença entre esta página e a de distúrbios alimentares?

São dois nomes para o mesmo campo. Transtorno alimentar é o termo usado na literatura clínica; distúrbio alimentar é a forma como muita gente procura.

Mantemos as duas páginas por causa dessa diferença de busca. A equipe e o atendimento são os mesmos.

Estou com peso considerado normal. Ainda assim pode ser transtorno alimentar?

Pode. Peso não é critério isolado de diagnóstico, e boa parte dos quadros ocorre em pessoas com peso dentro da faixa considerada usual.

O que define é o padrão de comportamento e de pensamento sobre comida e corpo, e o sofrimento e o prejuízo que ele produz.

A terapia substitui o acompanhamento médico e nutricional?

Não. Cada frente responde por uma parte: o médico avalia risco clínico e conduz o que for medicamentoso, o nutricionista trabalha a reorganização alimentar e a psicoterapia trata o que mantém o quadro.

Quando você autoriza, os profissionais podem se articular, dentro do que o sigilo permite. Essa articulação costuma encurtar o tratamento.

Minha filha adolescente apresenta esses sinais e nega que haja problema.

É uma situação frequente, e a negação faz parte do quadro em muitos casos. Vale procurar avaliação mesmo sem a concordância imediata dela.

Atendemos a partir dos 14 anos, e os responsáveis podem iniciar por uma orientação sobre como conduzir a conversa em casa e como organizar as demais frentes do cuidado.

Estou muito mal e às vezes penso que não vale a pena continuar.

Nesse caso, procure ajuda imediatamente: o CVV atende pelo 188, 24 horas por dia e de forma gratuita, e o SAMU responde pelo 192. Havendo risco à vida, o pronto-socorro é o caminho.

O consultório não funciona como serviço de urgência: as sessões são agendadas e o cuidado é continuado. Depois do momento agudo, a terapia trata o que sustenta esse sofrimento.

Como faço para marcar uma avaliação?

Os perfis nesta página trazem CRP, formação e temas de atuação. Você escolhe uma psicóloga, vê os horários livres na agenda dela e agenda direto pelo site.

Não é preciso saber nomear o quadro para marcar. Se preferir conversar antes, fale com a nossa secretaria, de segunda a sexta das 7h às 21h.

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    A sessão custa R$ 275 (a primeira, R$ 150) e dura de 50 minutos a 1 hora. Pagamento online concluído, a consulta está garantida — você recebe a confirmação na hora.

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