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Sou uma pessoa boa? Quando acho que não sou uma boa pessoa

Sou uma pessoa boa? Quando acho que não sou uma boa pessoa

Como posso saber se eu sou uma pessoa boa

Você já se sentiu alguma vez como uma pessoa ruim? Há ocasiões que é normal cometermos erros e que estes nos fazem sentirmos mal e culpados. Mas a psicologia presta uma especial atenção a este tipo de culpa que ocupa nossa mente por acreditarmos que somos realmente uma pessoa ruim. Como podemos saber se esse sentimento é verdadeiro ou não?

Sou uma pessoa boa ou ruim?

Valor Consulta Psicóloga Veluma






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Calma! Nem tudo aquilo que sai errado significa que aconteceu porque você é uma pessoa ruim. Para os psicólogos, se você acredita que você se identifica dentro de um padrão de pessoas que se consideram ruins, provavelmente pode estar a caminho mas não o ser. Como assim?

Uma pessoa ruim simplesmente não pensa que ela é uma pessoa ruim. Elas agem sempre em benefício próprio, criando situações desagradáveis para outras, ou fazendo maldade, muitas vezes sem motivo algum aparente..

Quando você se sentir assim –  que é uma pessoa ruim de fato -, já se perguntou se isso tem a ver com algo que as demais pessoas querem te fazer sentir ou porque você se preocupa demais com os outros? Há, na verdade, muitos fatores que influenciam essa decisão, mas o mais importante é a forma como você encara isso.

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Existe um limite entre o que é considerado bom e ruim. Desde criança, a sociedade impõe padrões daquilo que é ou pode ser considerado ruim e bom. Diante disso, o que é, de fato, ser uma pessoa boa ou uma pessoa ruim?

Se comportar “bem”, ajudar os outros são o que a sociedade ensina moralmente e eticamente para o jovem. Na medida em que se cresce, a pessoa vai adquirindo responsabilidades, e, em ocasiões, a pessoa se sente culpada por não retribuir. A pessoa pode mentir para evitar problemas com as demais, para manter certas aparências, justamente para que ninguém a julgue.

Ser uma pessoa egoísta, para algumas, é uma forma de autoproteção, mas para outras é sinônimo de ser uma pessoa ruim. Talvez, uma das formas que faz alguém se sentir culpada e uma pessoa ruim seja a manipulação ou a chantagem emocional, por exemplo.

A chantagem não ocorre apenas dentro de uma relação amorosa, mas em diferentes tipos de relações pessoais. Ela se caracteriza por fazer a pessoa se sentir culpada e mostrar como ela pode ser uma pessoa ruim.

Sair de uma situação assim precisa, muitas vezes, de ajuda profissional. A autoestima baixa da pessoa e crença de que ela não é uma pessoa boa causa mais danos a ela do que aos outros.

A questão negativa não está naquilo que você pensou ou disse, mas sim na reação da pessoa que lhe respondeu. Na verdade, tanto a maldade quanto a bondade são muito relativas. A maldade é aquilo que você acredita e faz, sem motivo algum. Imaginar que está maltratando alguém, talvez isso seja ser uma pessoa ruim, de forma consciente.

Como a terapia e o autoconhecimento ajudam

A terapia ajuda muito neste aspecto. Isso porque, muitas vezes, quando uma pessoa se considera ruim ela pode estar vivendo um tipo de relação tóxica. Cabe destacar que, novamente, a relação pode ser familiar, de trabalho, amizade etc. Há, inclusive, pessoas que são tóxicas para elas mesmas.

Todos nós, em algum momento da vida, fomos uma pessoa ruim com outras. A razão disso é que, em nossa individualidade, podemos apresentar personalidades e atitudes diferentes ao longo da vida. Tudo isso é permeado de acordo com o que estamos sentindo e vivendo no momento.

Quando nos questionamos se somos uma pessoa ruim, isso pode ser o sinal de uma mudança pessoal significativa. E pode ser uma forma muito difícil de autoconhecimento, por isso é sempre importante contar com a ajuda de um psicólogo.

Este é o grande sinal de que você está reconhecendo sua natureza e que busca a direção da integridade e do conhecimento de sua individualidade.

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*Os textos do site são informativos e não substituem atendimentos realizados por profissionais.

Sobre Psicóloga Thaiana Brotto

CRP 106524/06. CEO do consultório Psicologo Com.Br. Graduação em Psicologia pela PUC-PR em 2008. Pós-graduação em Terapia Comportamental pela USP. E pós-graduanda em Terapia Cognitiva Comportamental pelo ITC.

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