O poder do ego: por que ele é importante

Categoria dos serviços dos psicólogos: terapia cognitivo comportamental
O poder do ego e porque ele é importante

O ego é uma parte fundamental da nossa psique. Leia o artigo e veja porque é importante entendê-lo e controlá-lo.

O ego, para a psicologia, faz parte de todo ser humano. Isto significa que ninguém pode ficar sem ele ou simplesmente eliminá-lo. No entanto, nos últimos tempos o ego tornou-se um vilão. Passou a ser visto como algo ruim ou negativo, sinônimo de presunção e vaidade. Mas será que ele é tão ruim assim?

Para compreender a natureza do ego, antes é importante saber por que se habituou a chamá-lo de nocivo. O que é o ego, afinal?

Conhecendo o ego

O ego, como afirmam os psicólogos, faz parte da natureza do ser humano. Ele alimenta os nossos pensamentos e emoções, com base nos impulsos dos sentidos que moldam as nossas posições e convicções próprias. Em outras palavras, ele é a nossa personalidade.

É o ego que nos dirige a nos comportar ou agir, seja a favor disto ou daquilo, o que nos satisfaz ou que nos descontenta.

Na verdade, o termo “ego” veio das áreas da psicologia e da psicanálise, usado especificamente para explicar como funciona a mente em suas formas de impulsividade/controle e consciência/inconsciência humana.

Para a psicologia, o ego, além de fazer parte da personalidade humana, ele está mais relacionado ao caráter, ou seja, à forma como a pessoa se comporta e pensa.

Como uma característica psíquica do ser humano, ele incorpora a maioria das experiências que a pessoa teve contato. Ele é responsável por formar as suas crenças, ideias, valores e tomada de decisões.

Por isto, é pelo ego que ocorrem as nossas reações involuntárias e espontâneas conforme vamos conhecendo e experimentando o mundo ao redor.

Assim, ele passa a agir com suas afirmações e juízos, transformando-as em “verdades” para a mente consciente. Uma parcela daquilo que se aceita e defende, é o motor das nossas percepções da própria vida e do mundo ao redor.

Qual a importância do ego para a nossa vida

Quando crianças e jovens, os pais e a educação em sociedade costumam ensinar conceitos que passam a ressoar como princípios, tal como a modéstia e humildade. O “ser modesto” é o mesmo que ser contrário a uma pessoa “egoísta”. E muitas pessoas confundem egoísmo com ego, porém, são coisas totalmente distintas.

Controlar o ego no dia a dia é muito importante. Para adquirir o autocontrole sobre ele é necessário fazer reflexão sobre si mesmo. Com a observação atenta do fluxo dos pensamentos, pode-se entender quais são os que nos prejudicam e quais são benéficos.

O ego nos leva a nos comportarmos de forma instintiva. E isso, muitas vezes, sem tomar as devidas precauções ou medir as consequências das ações.

É aqui onde entra a psicologia para explicar como agem os aspectos da consciência/inconsciência. Como elas impactam na maneira como lidamos com as demais pessoas. Assim, seu caráter e personalidade podem ser estabelecidos dentro de um contexto social.

Como controlar o ego

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Como produto de parcelas estereotipadas, da pressão do ambiente social, o ego pode tanto ser benéfico para a pessoa quanto prejudicá-la. Em muitas oportunidades, ele nos faz ocultar o nosso verdadeiro eu.

Por isso, ele passa a refletir algumas facetas da sua natureza íntima que podem não ser reais. E isso leva a pessoa à confusão quanto a sua própria identidade.

Ele tem a ver com os processos particulares e com a tendência que cada pessoa tem ao tentar buscar as suas próprias respostas. É normal que muitas das ideias e valores sejam adquiridos de outras pessoas, não necessariamente pertencem ao seu universo próprio.

Entre as dicas simples para controlar o papel do ego e possibilitar uma forma benéfica de lidar com ele, estão:

  • Faça uma lista de todos os pensamentos repetitivos, dos mais presentes aos mais genéricos, como um mapa de pensamentos;
  • Observe qual padrão de conduta significa maior resistência, se, por exemplo, sentimentos de raiva, medo, ansiedade, contrariedade, etc;
  • Pratique exercícios de concentração que possam transmutar estas ideias negativas em positivas.

O medo impede que você possa superar a si mesmo, portanto, não deixe de praticar a autoconfiança, não se permitindo deixar se ofender por qualquer situação. Equilibrar a autoconfiança e o autoconhecimento com certeza é o melhor remédio para mantê-lo sob controle e exercer seu domínio de forma tranquila e eficaz.

Confiando na sua consciência, busque também a ajuda profissional de psicólogos que estão sempre abertos a trabalhar para ajudar as pessoas com transtornos e problemas emocionais.

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Autor: Thaiana Brotto (Psicóloga CRP 06/106524)
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