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O que é dependência alimentar

Categoria dos serviços dos psicólogos: ansiedade
Dependência Alimentar e Psicologia

A dependência alimentar é um tipo de distúrbio que se caracteriza por diversas causas.

A dependência alimentar é um distúrbio. Ele é classificado assim pelos psicólogos quando a pessoa ingere de forma exagerada e desnecessária, uma grande quantidade de alimentos. Mesmo que a pessoa não tenha fome ou vontade de comer, essa dependência alimentar ocorre por fatores emocionais e psicológicos, perdendo o controle sobre seus impulsos em um curto espaço de tempo.

Passar da conta na comida é normal e acontece com todos, principalmente em festas e feriados. Isso não caracteriza uma compulsão. Já a dependência alimentar é uma vontade contínua que acomete o paciente por quase todos os dias.

Algumas indicações de quando alguém está com dependência alimentar

Valor Consulta Psicóloga Cláudia






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Como dito, uma simples gula ou descontrole de final de semana não caracterizam um transtorno ou uma situação de dependência alimentar. Aliás, apenas um psicólogo pode diagnosticar esse transtorno e orientar o tratamento. No entanto, alguns comportamentos devem servir de alerta sobre o possível problema e que está na hora de procurar um profissional. Confira.

  • Ingestão contínua em um curto espaço de tempo de alimentos além da necessidade.
  • Praticamente devora os alimentos e não os mastiga da forma correta.
  • Sempre busca um motivo para se alimentar, principalmente em situações de ansiedade e estresse.
  • Passa a comprar o mesmo produto repetidas vezes, às vezes alterando entre um alimento e outro.
  • Como parece ser estranho aos olhos de outras pessoas, começa a comer às escondidas.
  • Tem lapsos de depressão e ansiedade cada vez maiores.

Como tratar a dependência alimentar

Conforme os demais tipos de transtornos que possuem origem psicoemocional, a dependência alimentar é tratada clinicamente na avaliação de seu estado de compulsão. Porém, diferentemente de outros quadros, a dependência alimentar pode ter a ajuda benéfica de outras áreas da saúde como a nutrição e a psiquiatria.

Para promover o melhoramento na qualidade de vida da pessoa, é importante segui os seguintes passos.

1. Reconhecimento do problema

Trabalhar com o aspecto do autoconhecimento ajuda à pessoa criar uma noção de limites. A linha entre o que se deve comer e a satisfação é muito tênue. Nem todos são capazes de reconhecer que possuem a dependência alimentar, no primeiro momento.

2. Medicação

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Nem todo tratamento da dependência alimentar envolve o uso de medicação, que se restringe ao papel da psiquiatria. No entanto, para os casos mais avançados do transtorno, é válido seguir as orientações dos médicos. A obesidade, problemas cardiovasculares, etc, podem ser um risco à saúde da pessoa. Pelo diagnóstico médico, a dependência alimentar também pode ser conhecida pelo nome de Transtorno da Compulsão Alimentar Periódica (TCAP).

3. Exercícios físicos

Está comprovado que a prática física acelera o metabolismo e desenvolve no indivíduo uma sensação de prazer (liberação de endorfina) que desestimula a ordem mental compulsiva de comer alimentos sem parar. Atividades como aeróbicas, corridas, meditação, yoga, ajudam a trabalhar não apenas com o corpo, mas também com a mente, estabelecendo um equilíbrio maior.

4. Horários

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Estabeleça horários certos e tente seguir à risca um autodisciplinamento mental, de comer o necessário apenas nas refeições e deixar os intervalos com alguma atividade que não esteja ligada a um ócio.

Os ricos da saúde ser prejudicada são grandes, como a aquisição da obesidade, problemas respiratórios, cálculos renais, diabetes. hipertensão, colesterol alto, problemas digestivos, impotência e infertilidade, varizes, transtornos psicológicos mais sérios como a depressão e a ansiedade.

Alguns estudos vem demonstrando que existe uma relação entre a dependência alimentar e a ansiedade e, que tal relação é estabelecida pelo não reconhecimento da doença. Por este motivo, é muito importante que a pessoa que tem dependência alimentar se autoavalie nestes critérios que demonstramos aqui em cima e possa se submeter a um exame clínico de sua saúde.

A dependência alimentar é possível de tratar com planejamento e acompanhamento terapêutico. A comida ou o ato de comer é simbolizado pela ideia de prazer.

Mas, para indivíduos que possuem algum transtorno emocional, este prazer pode ser ilusório, caracterizando mais uma sensação de válvula de escape. Para a pessoa que procura o tratamento psicoterapêutico, para os casos de compulsividade, é importante verificar como estão as suas emoções.

É um processo humano entender que a aflição deve ser questionada, pois ela poderá se tornar algo maior com o passar do tempo.

O psicólogo pode ajudar, a avaliação profissional estabelecerá a identificação correta e o grau de avanço do transtorno, podendo assim, enfrentá-lo de forma eficaz, evitando até, outros tratamentos mais intervencionistas como a cirurgia bariátrica, por exemplo. Nem sempre estes tratamentos mais sérios surtirão efeitos desejados, já que a origem e causa do problema ainda se encontra no aspecto emocional.

Para saber mais sobre este e outros temas, confira nossa página clicando em cada um deles!

*Os textos do site são informativos e não substituem atendimentos realizados por profissionais.

Autora
Thaiana F. Brotto

CRP 106524/06

FORMAÇÃO

Graduação em Psicologia pela PUC-PR em 2008. Pós-graduação em Terapia Comportamental pela USP. E pós-graduanda em Terapia Cognitiva Comportamental pelo ITC.