
Espero que você goste desse artigo. Se você quiser, conheça os psicólogos que atendem em São Paulo presencialmente e também online por videochamada. Autor: Psicóloga Veluma Marzola - Psicólogo CRP 06/124019

A depressão vai além de uma tristeza temporária. É um quadro complexo que impacta diretamente na qualidade de vida de quem a vivencia.
Identificado por uma série de alterações no humor, pensamentos e comportamentos, a doença passou a ser definida como o “mal do século”, principalmente pelos seus números alarmantes.
De acordo com dados do último mapeamento da Organização Mundial de Saúde (OMS), 5,8% dos brasileiros convivem com a depressão, o que equivale a 11,7 milhões de pessoas, colocando o Brasil como o país com maior prevalência da doença na América Latina.
Diante da importância de entender mais sobre esta condição, preparamos este artigo. Então, continue a leitura e entenda quais são os sinais mais comuns da depressão, as principais consequências para a vida e o que ela pode desencadear.
Quais são os principais sintomas da depressão?
Os sintomas variam de pessoa para pessoa e podem durar semanas, meses ou até anos, assim, comprometendo de forma intensa a saúde mental e física do indivíduo.
Conheça os sintomas mais comuns:
- Perda de interesse: não sentir mais vontade de fazer atividades que antes eram apreciadas;
- Humor deprimido: sentimento constante de tristeza e sensação de vazio;
- Alterações no apetite: que vem acompanhado de perda ou ganho de peso de forma repentina;
- Distúrbios de sono: insônia ou sono excessivo;
- Fadiga: falta de energia e cansaço excessivo;
- Dificuldade de concentração: dificuldade em focar em atividades simples do dia a dia ou tomar decisões;
- Sentimento de culpa: autoestima baixa e sensação de inutilidade;
- Pensamentos suicidas: em casos mais graves, o indivíduo pode ter pensamentos de morte.
8 principais causas da depressão
A seguir, listamos as principais causas da depressão para que você possa compreender melhor o porquê está condição pode surgir:
1. Fatores Genéticos
Estudos indicam que pessoas com histórico familiar de depressão têm mais chances de desenvolver a doença. Isso porque a hereditariedade influencia os neurotransmissores cerebrais, tornando o indivíduo mais passível a desequilíbrios emocionais.
2. Traumas e estresse
Vivenciar eventos traumáticos, como perder uma pessoa querida, terminar um relacionamento ou sofrer abusos, por exemplo, pode desencadear a depressão. Além disso, o estresse crônico aumenta a produção de cortisol, o que prejudica o funcionamento do cérebro e intensifica os sintomas de depressão.
3. Desequilíbrios químicos no cérebro
A depressão é uma doença que pode ocorrer pela produção ou regulação inadequada de neurotransmissores, como serotonina, dopamina e norepinefrina, responsáveis pela regulação do humor, sono e apetite.
4. Alterações hormonais
Contextos como gravidez, menopausa e disfunção na tireoide podem impactar em alterações hormonais com impacto no humor, o que pode ser gatilho para a depressão.
5. Uso de substâncias
O consumo excessivo de álcool e outras drogas estão associados a desequilíbrios químicos no cérebro, então, agravando ou desencadeando sintomas depressivos.

6. Isolamento social
Pessoas que têm um estilo de vida muito isolado do convívio social estão mais propensas à depressão. Isso porque esses cenários influenciam em sentimentos de solidão e desamparo.
7. Condições socioeconômicas
Atravessar momentos difíceis, como desemprego, problemas financeiros e adversidades relacionadas a condições de vida estão diretamente ligados ao desenvolvimento de transtornos depressivos.
8. Estilo de vida sedentário
Parece exagero, mas realmente ter uma vida sedentária tem impactos que vão além da saúde física, influenciando no bem-estar mental. Por outro lado, ter uma rotina de exercícios regulares libera endorfina, um hormônio que ajuda a combater os sintomas depressivos.
Por que é importante saber a causa da sua depressão?
Quanto antes se estabelece o diagnóstico correto acerca do que vem causando a depressão, mais depressa se define o diagnóstico e o tratamento adequados. Por isso, para tratá-la, é de extrema importância saber a origem da doença.
Vale dizer que muitas pessoas com depressão são tão afetadas pela doença que não conseguem realizar atividades simples do dia a dia. Então, o fato de não conseguirem identificar o real motivo da condição, as fazem se sentir ainda piores.
Por isso, ao notar qualquer sintoma de depressão, busque ajuda especializada para que a doença não evolua e impacte em comprometimentos mais graves ao seu bem-estar.
Como é feito o diagnóstico da depressão?
O diagnóstico de transtornos depressivos acontece a partir da identificação dos sinais após a realização de exames clínicos como:
- Hemograma completo
- Eletrólitos
- Níveis de hormônio tireoestimulante (TSH)
- Vitamina B12
- Folato
Esses exames são importantes para que sejam descartadas outras condições médicas e também para saber se a causa da depressão é de origem fisiológica.
São utilizados, ainda, critérios do Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders (DSM-5) para o diagnóstico de depressão maior.
Assim, para diferenciar transtornos depressivos de variações de humor comum, deve ocorrer sofrimento considerável e comprometimento do funcionamento social, ocupacional ou de outras áreas importantes.
Já para diagnóstico do grau da depressão, é considerado também o grau de sofrimento e incapacitação física, social e ocupacional do paciente, além da duração dos sintomas.
Quais são os principais tratamentos para um transtorno depressivo?
Existem algumas possibilidades para o tratamento da depressão, tais como:
1. Psicoterapia
A terapia cognitiva-comportamental (TCC) é um dos tratamentos mais eficientes para a depressão, ajudando o paciente a identificar os gatilhos dos pensamentos negativos e assim, buscar outras formas de elaboração desses sentimentos.
Por isso, além de auxiliar a pessoa que está em tratamento contra a depressão, as psicoterapias também funcionam como prevenção dos transtornos depressivos.
2. Medicação
Em casos mais graves de depressão, o paciente, além da terapia, precisa fazer uso de medicamentos, como antidepressivos, então, para ajudá-lo de forma mais eficaz a atravessar esse momento.
Por isso, antidepressivos, como os inibidores seletivos da recaptação de serotonina – ISRS, são constantemente prescritos para regulação do humor.
3. Tratamentos modernos
Além dos tratamentos tradicionais, há também as terapias alternativas, indicadas para pacientes que são resistentes a medicamentos, como a estimulação magnética transcraniana (EMT), que têm mostrado sucesso na redução dos sintomas.
4. Mudanças de hábitos
Unido aos tratamentos descritos anteriormente, é importante que mudanças de hábitos aconteçam. Assim, a busca por um estilo de vida mais saudável tem impacto não somente na saúde física, mas também na mental.
Então, estratégias de autocuidado, como a prática regular de exercícios, alimentação saudável e gerenciamento do estresse são importantes passos a serem acrescentados.
Portanto, entender as causas da depressão e adotar hábitos de prevenção são muito importantes para controlar a doença nos seus primeiros sinais.
Se você ou alguém que você conhece está passando por momentos complexos, não hesite: procure os profissionais da Psicólogos para o diagnóstico e tratamento da depressão. Você não precisa e nem deve passar por isso sozinho!
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Autor: psicologa Psicóloga Veluma Marzola - CRP 06/124019Formação: A psicóloga Veluma é formada há mais de 10 anos e é especialista em Terapia Cognitivo Comportamental. Possui experiência em escuta e acolhimento em Terapia Individual e Terapia de Casal. Atende demandas como ansiedade generalizada, conflitos profissionais, amorosos e familiares, disfunção sexual...














