Espero que você goste desse artigo. Se você quiser, conheça os psicólogos que atendem em São Paulo presencialmente e também online por videochamada. Autor: Psicóloga Veluma Marzola - Psicólogo CRP 06/124019

Se tornar uma pessoa menos ciumenta é uma evolução que pode trazer benefícios não apenas para as relações, mas, principalmente, para você mesmo.
Sim, o ciúmes, apesar de ser um sentimento normal, quando em excesso pode prejudicar o seu próprio bem-estar e a sua saúde mental, uma vez que tende a desencadear o estresse, a baixa autoestima, as crises de ansiedade e muito mais.
Por isso, ser menos ciumento é um ato de amor-próprio!
Neste artigo, daremos algumas dicas práticas que podem te ajudar no seu dia a dia a se tornar alguém mais confiante, seguro e consistente nas relações interpessoal e intrapessoal. Confira!
7 dicas para ser uma pessoa menos ciumenta
Como mencionamos, o ciúme é um sentimento comum dentro dos relacionamentos, seja de amizade ou amoroso. No entanto, é preciso estar atento para quando este se torna excessivo, prejudicando a relação com o próximo e consigo mesmo.
Pessoas muito ciumentas tendem a desenvolver emoções negativas e prejudiciais à sua própria saúde, como ansiedade, estresse excessivo e insegurança. Daí a importância de controlar o ciúme: não pelo outro, mas por você mesmo.
A seguir, confira algumas dicas para aplicar no seu dia a dia e se tornar uma pessoa menos ciumenta (e mais saudável):
1. Investigue a razão do ciúmes
O primeiro passo é procurar entender o porquê você tem apresentado o ciúme excessivo. Aconteceu algo no passado, como uma traição, que tenha gerado um trauma e desencadeado esse sentimento tão negativo?
Mas, atenção: faça esse exercício quando a crise já tiver passado, porque, do contrário, os gatilhos podem intensificar o ciúmes, desencadeando reações mais severas e impulsivas.
Assim, quando você estiver em um momento mais tranquilo, procure compreender o que no seu passado pode ter levado a essa insegurança e falta de confiança em si mesmo.
2. Mantenha sempre o diálogo
O diálogo sincero com o seu parceiro também é de suma importância para o processo. Nesse sentido, você deve expor a ele quais situações te deixam inseguro e enciumado, bem como as pessoas que, quando próximas, despertam esse sentimento.
Essa é uma oportunidade de ele se explicar e esclarecer algum mal entendido como também de compreender as suas questões. Desse modo, evita-se brigas e discussões que podem ser resolvidas com uma conversa franca e sincera.
3. Não compare relacionamentos passados
Uma das principais fontes do ciúmes é a comparação da sua relação com os relacionamentos passados – seus e do parceiro. Fruto da insegurança e do medo, esse tipo de atitude tende a desestruturar o vínculo afetivo, levando a brigas constantes e frustrações.
Nesse sentido, é preciso compreender que cada pessoa e cada relacionamento são únicos e que as experiências passadas negativas não devem ser trazidas para este novo momento.
Além disso, tenha em mente que o que o seu parceiro viveu com outras pessoas já foi findado, e que isso, portanto, não deve ser motivo de ciúmes. Liberte-se!
4. Tenha uma vida social ativa
Pessoas que sofrem com o ciúme doentio costumam deixar a vida social de lado para se dedicar exclusivamente à vida do parceiro. Em outros casos, a relação pode ser tóxica, o que também contribui para esse afastamento dos amigos, familiares e hobbies.
Diante disso, é muito importante não se isolar, o que implica em sair com os amigos, fazer alguma atividade que lhe dê prazer, etc. Lembre-se de que a sua vida não se resume ao seu relacionamento amoroso e que outras áreas da vida são tão importantes quanto.
Além de te ajudar a enfrentar o ciúmes, essa prática contribuirá enormemente para a sua saúde mental e bem-estar de uma forma geral.
5. Fortaleça a autoestima e o amor-próprio
A raiz do ciúme também pode ser a falta de autoestima e de amor-próprio, que costumam ter sido desencadeados por traumas em relacionamentos passados ou até mesmo na infância, como o sofrimento de bullying ou falas ofensivas de familiares.
Por isso, é essencial desenvolver essas duas habilidades para se sentir mais seguro e compreender a sua importância no mundo. Consequentemente, você deixará de colocar um outro alguém como centro da sua vida.
Vale dizer que um dos primeiros passos para isso é praticar o autocuidado (físico e emocional) e não se comparar com o ex do seu parceiro – algo que já listamos aqui nas dicas.
6. Desenvolva a inteligência emocional
A inteligência emocional refere-se à capacidade de gerenciar suas próprias emoções, sendo mais racional e mais equilibrado diante de adversidades e situações que te incomodam.
Isso não significa que você não terá mais ciúme do seu cônjuge, mas que conseguirá controlá-lo quando este surgir, evitando, inclusive, reações desproporcionais e agressivas.
Com a inteligência emocional, você consegue ter uma relação amorosa mais saudável e, ainda, tende a adquirir mais calma e tranquilidade para a sua própria vida.
7. Procure demonstrar o seu amor de outras formas
Algumas pessoas não conseguem enxergar o ciúme excessivo que possuem, defendendo que certas atitudes tomadas são “em nome do amor”. Acontece que o amor é totalmente diferente do sentimento de posse que o ciúme patológico traz.
Assim, se você já ouviu do seu parceiro que apresenta um ciúmes exagerado, vale a pena refletir e mudar a sua conduta na hora de demonstrar o seu amor. Procure exercê-lo por meio de gestos e ações de afeto e, desse modo, perceberá que se tratam de coisas bem diferentes.
Como a terapia pode te ajudar a ser menos ciumento?
A psicoterapia é uma grande aliada no processo de reduzir o ciúmes. Isso porque, por meio do acompanhamento psicológico, é possível desenvolver amor-próprio, autoestima, confiança e a inteligência emocional de uma forma mais assertiva.
Afinal, esse profissional utiliza técnicas e estratégias específicas para te conduzir no processo do autoconhecimento para, então, alcançar todos esses feitos.
Convém mencionar que existem as terapias individual e de casal, que podem, inclusive, serem realizadas de forma conjunta para um maior cuidado com o relacionamento.
No entanto, a individual é indispensável para tratar especificamente o ciúmes patológico e outras questões inerentes a um dos parceiros.
O mais importante é pensar em se cuidar e em se sentir bem. A partir disso, as relações acabam melhorando. Mas, antes de tudo, pense em você e no seu autocuidado!
Conte com os profissionais da plataforma Psicólogo para te ajudar nesse processo!
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Autor: psicologa Psicóloga Veluma Marzola - CRP 06/124019Formação: A psicóloga Veluma é formada há mais de 10 anos e é especialista em Terapia Cognitivo Comportamental. Possui experiência em escuta e acolhimento em Terapia Individual e Terapia de Casal. Atende demandas como ansiedade generalizada, conflitos profissionais, amorosos e familiares, disfunção sexual...
















