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Vício em compras: entenda como funciona

Vício em compras: entenda como funciona

Vício em compras: entenda como funciona

Considerada uma doença, o vício em compras é um distúrbio que precisa ser tratado com ajuda de psicólogo para que não traga problemas ainda maiores à sua vida.

A cada dia, novos produtos são lançados no mercado e os profissionais de marketing e publicidade trabalham incansavelmente para que os itens cheguem e despertem na mente humana o desejo pela aquisição. Porém, em algumas pessoas isso não é necessário, pois farão a compra por mero impulso. O nome disso é vício em compras — ou oniomania — e é uma grave doença!.

Saber identificar quando a pessoa torna-se um comprador compulsivo é o primeiro passo para buscar tratamento. Porém, até chegar a este reconhecimento, muitas complicações já podem ter ocorrido antes, como o endividamento e problemas sociais.

Para lhe auxiliar a identificar esta doença, preparamos este artigo em que explicamos o que é o vício em compras, os principais sintomas e como buscar o tratamento correto com psicólogos para evitar que o processo desencadeie problemas ainda maiores. Leia agora mesmo!

O que é vício em compras?

O ser humano é movido pelo desejo. A busca constante pelo prazer, pelo desejo ou sonho há milhares de anos movimenta a raça e a torna diferente das demais espécies animais. E as compras geram este prazer no cérebro humano, de ter acesso a algo e que poderá chamar de seu. Seja pelo simples desejo de possuir ou de se diferenciar perante a sociedade.

Porém, quando este desejo de ter algo supera a necessidade e torna-se um impulso doentio, vira uma compulsão. No vício por compras a pessoa passa a sentir um desejo incontrolável de consumir sem ter objetivos ou necessidade, apenas a compra pela compra. O resultado posterior à aquisição é um sentimento de culpa e que causa um enorme mal-estar, diante da visão de que cometeu algo errado.

É considerado um distúrbio

Como é algo que foge da vontade humana, o vício em compras é caracterizado como um distúrbio de impulso. Ele causa sofrimento ao paciente que sofre deste mal, tanto psicológico quanto físico, já que poderá trazer enormes prejuízos financeiros, dívidas, cobranças, e que inclusive poderão acarretar surgimento de outras doenças, como a depressão.

A compulsão por comprar costuma vir acompanhada de ansiedade e já pode ser fruto de uma depressão, quando são caracterizadas como uma comorbidade. Os momentos de vício são caracterizados por momentos de euforia ou de mania em pessoas com transtorno bipolar, mas não pode-se caracterizar como compulsão.

Além disso, o vício em comprar pode estar ligado ou então transformar-se em outras compulsões, como por comida, por jogos, por sexo, entre outros.

Uma doença recente

Valor Consulta Psicóloga Veluma






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O vício em compras foi considerada uma doença apenas na década de 1980. Atualmente, ainda não há estudos conclusivos que comprovem como surge esta doença, mas ela tem algumas possibilidades. Entre elas, está a relação com a história comportamental da família, que conta com outros distúrbios e falta de controle dos impulsos.

Outro fator está ligado à genética, com pesquisas indicando que alterações nas enzimas chamadas de mao apresentam alto grau de gratificação e recompensa em seus portadores. Neste caso, as pessoas estão sempre buscando a sensação de gratificação, que ocorre de forma intensa em seu organismo, gerando o vício durante o ato de comprar algo.

Qual o tratamento indicado?

O vício em compras deve ser tratado com auxílio de um profissional, como um psicólogo, que saberá fazer o melhor diagnóstico e tratamento do paciente. Atualmente há, inclusive, diversas abordagens bastante eficazes que ajudam no tratamento.

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Porém, é claro que o acompanhamento psicoterapêutico é uma das formas de terapia cognitiva-comportamental que apresentam a melhor eficácia. Além disso, é fundamental o apoio familiar para a superação do problema, compreendendo como uma doença e que precisa de tratamento, e não de preconceito ou críticas discriminatórias.

É fundamental que o tratamento ensine o verdadeiro significado das compras, já que o portador da doença seguirá comprando, mas terá que aprender a conviver com isso de forma que não o afete mais. Para isso, sugere-se que o paciente passe a obter a “recompensa” para o organismo de outras formas, principalmente com o afeto de outras pessoas.

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*Os textos do site são informativos e não substituem atendimentos realizados por profissionais.

Sobre Psicóloga Thaiana Brotto

CRP 106524/06. CEO do consultório Psicologo Com.Br. Graduação em Psicologia pela PUC-PR em 2008. Pós-graduação em Terapia Comportamental pela USP. E pós-graduanda em Terapia Cognitiva Comportamental pelo ITC.

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