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7 dicas para fazer escolhas e deixar de ser indeciso!

7 dicas para fazer escolhas e deixar de ser indeciso!

Você é muito indeciso? Já passou longos minutos decidindo entre duas ou mais opções, mesmo que a decisão não fosse tão complicada? Você pode ter até desistido de tomar uma decisão porque os prós e contras se demonstraram muito complexos. As pessoas provavelmente reclamam da sua incapacidade de decidir qualquer coisa com agilidade.

A indecisão é um sinal de falta de confiança em si mesmo.

Você pode ter desenvolvido essa insegurança após um ocorrido traumático ou ter trazido o hábito de buscar validação alheia antes de tomar uma decisão do berço. Seja como for, é preciso trabalhar essas questões adormecidas para se livrar do estresse ocasionado pela indecisão crônica. 

Comportamentos da pessoa indecisa

Ser indeciso ao extremo causa frustração e sentimento de impotência.

A suspeita de que você não tem capacidade para cuidar da própria vida é reforçada a cada demora para tomar uma decisão. Até as pequenas coisas, como escolher entre objetos em uma loja ou uma refeição em um aplicativo de delivery, exigem muito tempo e esforço.  

Fazer comparações com pessoas decididas também pode se tornar uma constante. Mesmo que seja desagradável, você não consegue parar de pensar porque é tão fácil para alguns e difícil para você.

Além disso, a ansiedade surge a cada nova necessidade de fazer uma escolha. Mesmo após ter escolhido uma opção, você sente necessidade de rever as alternativas e mudar de ideia. E se o que você não escolheu for melhor? E se existir outra forma de fazer as coisas e você optou pela errada?

Esses são comportamentos típicos das pessoas indecisas e que podem diminuir consideravelmente o seu aproveitamento da vida.

Nem todas as decisões requerem uma divagação aprofundada. Na verdade, a maioria das escolhas é simples e pontual, necessárias somente para nos ajudar a progredir de uma situação para outra.

Para ajudá-lo a determinar quão indeciso você é, confira mais alguns comportamentos de pessoas que não conseguem se decidir:

Psicólogos

Conheça os psicólogos e psicólogas do consultório. Veja o perfil detalhado de cada profissional.

A EQUIPE DE PSICÓLOGOS
  • Pedir a opinião de pessoas queridas ou de conhecidos antes de tomar uma decisão;
  • Refletir longamente sobre os prós e contras de uma situação, mesmo que não apresentem grandes consequências;
  • Passar o dia remoendo a dúvida sobre ter tomado a decisão correta ou não;
  • Ficar ansioso a cada nova decisão ou enquanto espera as consequências das mesmas;
  • Não conseguir se decidir quando recebe muitas opções;
  • Ter medo de desagradar os outros com suas escolhas;
  • Sentir-se incomodado quando é obrigado a fazer uma escolha, permitindo que outra pessoa faça;
  • Falar “pra mim tanto faz” ou “pra mim pode ser” com muita frequência;
  • Imaginar o cenário que se desenrolaria se você tivesse tomado outra decisão; e
  • Sentir-se desanimado e frustrado consigo mesmo após demorar para se decidir.

A psicologia por trás da indecisão

Você já se perguntou por que é tão indeciso?

A dificuldade para tomar decisões vai além de não saber o que fazer no momento em que uma escolha é requisitada. Pessoas indecisas normalmente não conseguem fazê-lo porque não acreditam em si mesmas.

Valor Consulta Psicóloga Cláudia






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Pense bem. Você já perguntou para algum parente ou amigo o que achavam sobre determinada decisão que gostaria de tomar? É claro que buscar uma segunda opinião pode ajudá-lo em algumas situações, mas não em todas.

Permitir que os outros decidam tudo por você enfraquece a sua própria capacidade de fazer escolhas, além de aumentar as suas chances de encontrar a infelicidade no futuro. Apesar de nossos amigos e familiares desejarem o melhor para nós, eles não sabem exatamente o que queremos. 

Eles podem aconselhá-lo a seguir o caminho que eles acreditam ser para o seu bem. A intenção não é má, mas pode trazer problemas, frustrações e sofrimento por não estar de acordo com os seus desejos.

Outra razão para a indecisão crônica é a fuga. Você pode estar querendo fugir de uma responsabilidade que sente ser grande demais. Esta é uma forma de responsabilizar outras pessoas por possíveis imprevistos.

Quando você permite que outras pessoas tomem decisões por você, no entanto, passa um pouco do controle sobre sua vida para elas. Esse hábito alimenta a indecisão a ponto de ela dominar a sua vida.

Como ser menos indeciso?

As sete técnicas abaixo vão ajudá-lo a elevar a sua autoconfiança. Não se preocupe se elas não funcionarem logo de primeira. Para quebrar um padrão comportamental, é necessário ser paciente e fazer repetições até o cérebro aprender o novo comportamento.

Se você não confrontar a sua dificuldade para tomar decisões em algum momento, ela irá limitar as suas oportunidades e vivências. Portanto, seja forte para não cair na tentação de transferir a responsabilidade de suas decisões para outras pessoas.

1.     Aprenda a delegar importância

É preciso encontrar um equilíbrio entre pensar o suficiente e pensar demais. Decisões complexas que modificarão a sua vida, como mudar de cidade, de país, de instituição de ensino ou de emprego, obviamente pedem por mais reflexão. Decisões pequenas não. Aprenda a dedicar o tempo necessário para cada decisão de acordo com a sua urgência e impacto em sua vida.

2.     Confie em seus instintos

As pessoas têm o hábito de ignorar os seus próprios instintos. Se uma decisão veio naturalmente a você, é provável que seja a escolha correspondente as suas necessidades. Confie em seus instintos e não tente mudar o que parece certo por conta do medo.

Caso você se depare com consequências desagradáveis, elas valerão como experiência para tomadas de decisão futuras.

3.     Pergunte-se quem você está tentando agradar

Se você tem o hábito de agradar as pessoas acima de tudo, as suas decisões provavelmente seguem um padrão. Você provavelmente considera como os outros vão se sentir se você tomar X ou Y decisão.

É preciso compreender que, da mesma forma que você, as outras pessoas também precisam aprender a controlar comportamentos e emoções. Se elas não gostarem das suas escolhas, é de responsabilidade delas aprender a lidar com esse sentimento. Viver querendo agradar os demais atrapalha tanto o seu crescimento pessoal quanto o dos outros.

4.     Visualize cenários positivos

Visualizar o que cada opção pode trazer de bom para a sua vida combate o medo e os pensamentos negativos. Em vez de passar horas imaginando desencadeamentos terríveis para cada escolha, imagine cenários alegres e satisfatórios! Afinal, do que adiantar sofrer por antecedência com pensamentos pessimistas? Esse exercício vai ajudá-lo a se acalmar e a manter o otimismo.

5.     Cuide de suas emoções

A ansiedade crônica impede muitas pessoas indecisas de aprovarem as suas próprias escolhas. Os pensamentos ansiosos as obrigam a duvidar de si mesmas, causando insegurança. Logo, surge o pânico, a preocupação e a sensação de incompetência. 

A psicoterapia ajuda a contornar a indecisão aparentemente incurável e, ainda, a cuidar do estado emocional dos pacientes. Fazer terapia pode ajudá-lo a compreender a raiz da sua ansiedade e a combatê-la de maneira saudável. Dessa forma, o processo de tomada de decisão se tornará menos assustador.

6.     Aja com cautela, mas aja!

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Depois de pensar e considerar todas as suas possibilidades, parta para a ação. Aja com cautela para não se ferir emocionalmente ou seguir um caminho inapropriado, como pode acontecer quando você ouve mais os outros que a si mesmo.

Mas não seja cauteloso demais. Coloque os seus planos em ação com confiança em sua capacidade de saber o que é melhor para você. Caso seja necessário correr riscos, faça isso! Às vezes precisamos arriscar para viver com mais qualidade.

Se você falhar ou se decepcionar, pode pedir ajuda (de alguém de confiança ou de um psicólogo), recomeçar ou reconsiderar a sua escolha. É importante entender que falhas e imprevistos não caracterizam o fim dos sonhos! 

7.     Faça a melhor escolha para você

Pessoas decididas tomam decisões conforme o seu bem-estar físico e psicológico, considerando as alternativas com os melhores benefícios.

Essas decisões podem envolver trocar a diversão pela disciplina ou o lanche pela salada. Escolhas como essas não costumam trazer satisfação logo de início, mas ocasionalmente são necessárias. Optar pelo melhor para você também implica em tomar decisões pouco agradáveis.

Por exemplo, uma pessoa que vive para agradar os outros normalmente possui dificuldade para sair de um emprego estressante, apesar deste lhe fazer mal. Pedir demissão será desafiador para ela, mas essa decisão trará muitas recompensas para a sua saúde mental.

Então, comece a se perguntar “como isso pode me beneficiar?” antes de fazer as suas escolhas. Com a prática e a reflexão recorrentes, você conseguirá ser menos indeciso!

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*Os textos do site são informativos e não substituem atendimentos realizados por profissionais.

Sobre Psicóloga Thaiana Brotto

CRP 106524/06. CEO do consultório Psicologo Com.Br. Graduação em Psicologia pela PUC-PR em 2008. Pós-graduação em Terapia Comportamental pela USP. E pós-graduanda em Terapia Cognitiva Comportamental pelo ITC.

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